Por Simmons Em Press Releases Atualizada em 10 JUL 2018 - 17H58

Internet e loja física dividem espaço na venda de colchões

Pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest em parceria com a Flex do Brasil aponta que o consumidor busca informações na rede virtual, mas só decide comprar ao testar o produto nas lojas físicas

Dor nas costas, deformação do produto, mudança de residência, não importa. Os motivos para a troca ou compra de um colchão são diversos. Mas a escolha passa por dois sistemas que podem ser considerados contraditórios, mas se completam neste caso.

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest, a internet é utilizada para a coleta de informações por todos os perfis de consumidores analisados. Da loja virtual especializada até as páginas de reclamação do consumidor, a visita à internet serve para verificar preço, opiniões de outros consumidores e até mesmo a credibilidade da marca.

Pelo levantamento, 56% dos consumidores fazem a pesquisa antes de definir a compra. E esse comportamento é crescente.

Mas, apesar da utilização da internet como fonte de informação, as lojas físicas ainda se sobressaem como principais canais de compra, em especial as lojas especializadas. São 69% dos compradores que preferem comprar em uma loja física especializada em colchões. Outros 11% procuram lojas físicas de móveis, enquanto apenas 10% responderam que compram em lojas on-line.

E os principais motivos são a possibilidade de experimentar o produto e o atendimento com vendedores podendo esclarecer dúvidas.

Ir a uma loja física e experimentar os colchões ali disponíveis antes de decidir qual modelo levar para casa é essencial, segundo Satye Inatomi, Gerente de Marketing da Flex do Brasil. “Colchões, especificamente, se não são provados antes podem se tornar compras de risco, justamente porque podem vir a causar complicações de saúde, como dores nas costas, por exemplo,” afirma.

A pesquisa

-Foram realizadas 317 entrevistas com mulheres, entre 25 a 45 anos, das classes ABC, responsáveis pela compra de colchão para uso próprio ou para outros familiares

-O levantamento foi feito entre os dias 8 de fevereiro a 16 de fevereiro de 2018.

- A pesquisa tem 95% de confiança

Foram ouvidas

-Mulheres

-De 25 a 45 anos

-Das classes ABC

-Que compraram colchões de mola, espuma ou enrolado

-Que compraram no último ano colchões das marcas Flex do Brasil, colchões de outras marcas ou que estejam em fase de pesquisa/ compra

-Moradoras de São Paulo capital

Motivo da compra

Colchão não estava mais confortável - 46%

Colchão estava velho/desgastado – 43%

Colchão provocava dores na coluna – 26%

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